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Rádio Paróquia
Iraí/RS – Desde 1935 evangelizando e servindo nossa comunidade com fé, amor e dedicação.
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Mais de um século de caminhada, construindo juntos uma comunidade de fé, amor e esperança. Nossa Senhora Auxiliadora continua a nos guiar em cada passo desta jornada.
Conheça os sacerdotes que dedicaram suas vidas ao serviço pastoral em nossa comunidade desde 1935
Primeiro Pároco - Tomou posse em 10 de março de 1935, logo após a criação da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora em 23 de fevereiro de 1935. Fundador da estrutura paroquial.
Presidiu a primeira coroação de Nossa Senhora Auxiliadora em 24 de maio de 1939. Em 1941, estabeleceu o voto de comemorar o dia 24 de maio como dia Santo de Guarda na paróquia.
Ministério de 28 anos - Durante seu extenso período, iniciou a construção da atual Igreja Matriz em 1951, que foi consagrada em 16 de abril de 1961. Testemunhou a benção dos três sinos em 1958.
Conduziu a paróquia durante um período de transformações sociais, mantendo viva a chama da fé e fortalecendo os laços comunitários.
Breve ministério dedicado ao serviço pastoral da comunidade de Iraí, mantendo a tradição de fé e evangelização.
Ministério marcado pela proximidade com os fiéis e pelo cuidado pastoral em tempos de mudanças na sociedade.
Breve mas significativo período de serviço, mantendo viva a tradição pastoral e o compromisso com a evangelização.
Durante seus dez anos de ministério, conduziu a paróquia na transição para o novo milênio, preparando a comunidade para os desafios futuros.
Ministério marcado pela renovação pastoral e fortalecimento da vida comunitária nas capelas.
Durante seus nove anos de ministério, promoveu o fortalecimento das comunidades e manteve viva a fé em todo o território paroquial.
Breve ministério dedicado ao serviço pastoral e ao cuidado com os fiéis da paróquia.
Ministério marcado pelo compromisso com a evangelização e o cuidado pastoral da comunidade.
Durante seus seis anos de ministério, promoveu o crescimento espiritual da comunidade e fortaleceu a vida pastoral.
Ministério recente marcado pelo compromisso com a comunidade e a continuidade da missão evangelizadora da paróquia.
Atual Pároco - Conduz a paróquia com dedicação e zelo pastoral, promovendo a evangelização e o fortalecimento da fé em nossa comunidade. Continue acompanhando nosso ministério e participe da vida paroquial.
Comunidades de fé espalhadas pelo território paroquial
Bairro Operário
Vila Militar
Sanga Meneghetti
Farinhas Grande
Bela Vista
Vila Salette
Vila Goretti
Sanga dos Índios
Roncador
Dorotéia
Camboatã
Paredão
Sanga Escondida
Ramal da Saúde
Vila Lourdes
Águas Frias
Corticeira
Nossa paróquia se estende por um amplo território, abrangendo a área urbana de Iraí e diversas comunidades rurais. Cada capela é um ponto de encontro onde os fiéis se reúnem para celebrar a fé, fortalecer os laços comunitários e viver o Evangelho no dia a dia.
17
Capelas
+1000
Famílias
107+
Anos de Fé
∞
Devoção
A história da fé católica em nossa região tem raízes profundas, marcada por pioneiros corajosos e pela devoção que atravessa gerações
Ano de 1920
Segundo Martin Fischer, autor do livro "Iraí Cidade Saúde", a primeira missa em Iraí foi celebrada pelo Padre Manoel Roda, vigário da paróquia de Palmeira das Missões, no ano de 1920, oportunidade em que também foi feita a primeira coleta de recursos para a construção de uma igreja de madeira.
Como o Estado apenas estava iniciando a organização da estância hidromineral e, no vilarejo, ainda não havia nenhuma igreja, a primeira missa se deu a céu aberto, junto a um rústico rancho, nas proximidades das fontes termais. O histórico ato religioso foi preservado em uma fotografia, reproduzida no citado livro.
Revolução Federalista de 1893
Quais os fatos antecedentes que levaram à realização dessa primeira prática religiosa naqueles remotos tempos? Para melhor responder a esta pergunta, importa trazer à tona a Revolução Federalista de 1893.
O Estado do RS era presidido por Júlio de Castilhos e a recém proclamada República do Brasil era governada pelo Marechal Floriano Peixoto, um e outro administrando de forma centralizadora, forma que encontrou a resistência dos adversários políticos, primeiramente do RS e, na sequência, também, de SC e do PR.
Essa resistência política se materializou na Revolução Federalista, também chamada de Revolução da Degola, porque de parte a parte os vencedores de cada batalha degolavam os vencidos, a pretexto de que não havia como manter campos de concentração. Tal era o ódio entre as facções em luta, que foram mortos cerca de dez mil combatentes.
Os revoltosos federalistas, que promoveram o levante contra os governos do Estado e da República, passaram a ser apelidados de maragatos e os governistas de pica-paus. Pois, a cidade de Cruz Alta tornou-se centro dos pica-paus, para terror dos seus habitantes.
Águas do Mel
Por isso, parte da população juntou os seus pertences e provisões de alimentos e tratou de buscar proteção em diferentes lugares do sertão fechado ao longo do Rio Uruguai. Para o lugar hoje conhecido por Laranjeiras, no Município de Vicente Dutra, acamparam cerca de 200 retirantes: homens, mulheres e crianças.
Indo Rio Uruguai acima, caçadores chegaram a um banhadal à beira de um rio menor, o Rio do Mel, de cuja fonte principal jorrava água quente. Nas copadas frondosas das árvores em torno das fontes, bandos de pássaros esvoaçantes ensurdeciam o ambiente com suas algazarras festivas, na busca instintiva das águas benéficas. Animais quadrúpedes, levados por natural instinto, cruzavam o Rio do Mel para se abeberar nas cálidas águas terapêuticas.
Os cruz-altenses ficaram maravilhados com a descoberta e eles próprios passaram a consumir daquelas águas e se aperceberam dos seus efeitos grandemente benéficos à saúde.
Em 1895, terminou a revolução, parte dos fugitivos ficaram na região e outros retornaram a Cruz Alta. Foram estes últimos que espalharam a notícia da existência do que veio a se denominar Águas Milagrosas do Sertão e Águas do Mel, as únicas fontes termais do Estado, pois outras só eram conhecidas nos Estados de SC, SP, MG e GO.
Aos poucos, levas e mais levas de pessoas passaram a se embrenhar no sertão em busca de cura nas famosas Águas do Mel.
A Organização da Estância Hidromineral
Foram os motivos por que, por volta de 1916, o Estado passou a investir pesado na organização da estância hidromineral. Criou a Inspetoria de Terras com sede em Palmeira, para loteamento e venda das fertilíssimas terras de agricultura. Das chamadas "terras velhas", vieram em grande quantidade famílias de italianos e de alemães, além de outros, católicos e evangélicos. Todos precisavam de continuar a receber a tradicional assistência religiosa.
Daí a primeira missa mesmo sem igreja, logo em 1920, quando a vila de Iraí pertencia ao município de Palmeira e toda a região integrava a diocese de Santa Maria. Edificada a primeira igreja, de madeira, a capela de Nossa Senhora Auxiliadora passou a ser atendida por padres da Paróquia de Nonoai, inclusive pelo Padre Manoel Roque Gonzales, poucos anos depois, em 1924, assassinado juntamente com o seu coroinha Adílio Daronch, em Três Passos, por outros bandidos de outra revolução, a de 1923, motiva por outras desavenças políticas, à semelhança daquela de trinta anos antes.
Criada a Paróquia de Iraí em 1935, quando também foi inaugurado o atual Balneário Osvaldo Cruz, no mesmo ano assumiu como primeiro Vigário o Padre Francisco Kill; o segundo foi o Padre Bernardo Lübe, ambos naturais do Estado do Espírito Santo. Eles tiveram como auxiliares os Padres Oscar Kneipp, José Noglik e João König, procedentes da Alemanha. Todos da Sociedade do Verbo Divino, de origem alemã.
Em dezembro de 1945, a SVD entregou a Paróquia de Iraí à Diocese da Santa Maria e, em janeiro de 1946, assumiu a administração da Paróquia o Padre José Borgert, de saudosa memória, do clero secular, transferido de Carazinho, nascido na Alemanha e formado no Seminário dos Padres Jesuítas, de São Leopoldo.
Tudo começou com a Primeira Missa celebrada pelo Padre Manoel Roda, e outras pelo Padre Manoel Roque Gonzales, celebradas em lugar aberto junto às nascentes das águas termais, em 1920.
Como a fé e a comunidade se desenvolveram ao longo dos anos em Iraí
Como já se viu em boletins anteriores, a primeira missa em Iraí foi celebrada a céu aberto na beira do mato, nas proximidades das fontes minerais, no dia 23 de dezembro de 1920. A então capela de Nossa Senhora Auxiliadora e outras desta região pertenciam à Paróquia de Nonoai e todas as paróquias da vasta região do norte do Estado faziam parte da Diocese da Santa Maria, cujo Bispo Diocesano criou a Paróquia de Iraí em 1935.
A notícia da descoberta das águas medicinais provocou a vinda de número cada vez maior de pessoas em busca de saúde e de famílias de agricultores das chamadas "terras velhas", sobretudo de colonização italiana e alemã, em busca de terras férteis para cultivo e sustento da família.
Autossuficiência e Fé
Eram tempos em que os agricultores, depois de estruturados, produziam quase tudo para se manter, limitando-se a comprar sal, ferramentas, arames, pregos, querosene para os lampiões, tecidos para as donas de casa fazer as roupas etc.
Assim como o Estado assumiu o seu dever de organizar a vila da estância hidromineral, por algum tempo mais conhecida por Águas do Mel, e de medir e vender terras aos agricultores, da mesma forma, à medida que se aumentava a população rural, a Igreja Católica cuidou de serem construídas igrejas, em verdade modestas, de madeira, mas, acolhedoras, pois ali, aos domingos se rezava o terço, se ensinava o catecismo às crianças e, de tempos em tempos, era celebrada missa, precedida de confissões, distribuída a comunhão, feitos batismos e abençoados os casamentos.
Mutirão e Solidariedade
Nos primeiros tempos, tais capelas, as casas de moradia, tanto na sede de Iraí, quanto no interior, eram sem exceção todas de madeira. Os primeiros interessados na construção da capelinha de cada lugarejo eram os próprios católicos, em tempos de muito fervor religioso. Decidida a construção, cada um dava a sua contribuição, inclusive na forma de material, e toda a mão de obra gratuita.
As famílias tinham muitos filhos, geralmente de meia dúzia para mais. Havia necessidade de ensinar a ler e a escrever e a fazer contas a essa gente nova. Como ainda não havia prédios escolares, os administradores municipais se entenderam com os sacerdotes e, assim, as aulas eram ministradas dentro das capelas. Tudo muito precário, pois, havia professor único para os alunos das quatro séries, todos na mesma sala, no mesmo turno.
A Cavalo pelas Comunidades
Desde que a Capela Nossa Senhora Auxiliadora pertenceu à Paróquia de Nonoai, até 1935, quando foi criada a atual Paróquia de Iraí, os Padres percorriam longas e demoradas distâncias, indo de Nonoai em direção a Palmeira, Coronel Bicaco, Três Passos, Tenente Portela, Boca da Picada (Seberi), Barril (F. Westphalen) etc. Ficavam semanas e meses fora da sua casa canônica.
E o meio de locomoção nessas andanças? O cavalo ou a mula. Meio de transporte este que se estendeu mesmo depois de criada a Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, por mais vinte e cinco anos, aproximadamente.
"Se, depois de uma semana de duro trabalho, o fiel vai à missa ou ao terço com dinheiro no bolso apenas suficiente para dar uma esmola à igreja ou para tomar uma cerveja, não dê a esmola, tome a cerveja."
— Padre José Borgert
O Padre José Borgert, natural da Alemanha, mas formado sacerdote no Brasil, assumiu a Paróquia de Nossa Senhora Auxiliadora no início de 1946. No que diz respeito às capelas, sua longa gestão foi peculiar, porque, sem submeter os fiéis das comunidades a aperturas financeiras, conseguiu fazer com que todas as capelas da sua Paróquia fossem construídas de alvenaria, então caso inédito na Diocese de Santa Maria.
Anos 1915-1930
Esse período migratório de colonos pioneiros para a região das Águas do Mel, de que se falou em edições anteriores, se deu progressivamente, em especial entre os anos de 1915 e 1930. Aumentou muito com a criação, pelo Estado, em 1917, da Comissão de Colonização, com sede na cidade de Palmeira, depois de certo tempo com escritório na Vila de Iraí.
Essa Comissão de Colonização passou a abrir vias de acesso e a medir as terras devolutas em lotes rurais de 25 hectares, em vasta região do Alto Uruguai, para venda aos colonos a preços acessíveis e pagamentos a longo prazo. Dizem que até então e durante muitos anos esta foi a melhor reforma agrária feita no Brasil.
Sacrifício e Esperança
O transporte das mudanças desde as "colônias velhas", em sua maioria procedentes das regiões italianas de Caxias e de Silveira Martins, bem como de outras regiões de etnia germânica, era feito em animais cargueiros e em carroças: nestas eram acomodadas as crianças, os mantimentos, sementes, ferramentas e outros objetos essenciais ao reinício de vida nova em meio ao sertão. Adultos iam a pé, alguns transportando mochila e tangendo tropilhas de animais domésticos.
Tais mudanças, que podiam demorar mais de semana, eram feitas organizadamente, em grupos de famílias, com a finalidade de se protegerem e de se ajudarem mutuamente. Ao se aproximar a noite, procuravam acampar em lugar que reunisse dois recursos naturais: água e cobertura vegetal.
Embora enfrentando muitos sacrifícios e carências, animavam-nos como que um espírito de aventura, a expectativa de um futuro melhor e sobretudo a profunda fé em Deus. Rezavam com muita fé, cantavam e se divertiam.
O acesso ao distrito das Águas do Mel era feito por travessia do Rio da Várzea, em rústica barca, na altura da então Vila Seca, hoje Vila Salete. À medida que, no curso dos anos, o número de migrantes ia aumentando em determinado lugar, eles construíam primeiro um simples capitel ou oratório e depois uma igreja.
1915-1930
Período Migratório
Milhares
de Pioneiros
100+
Anos de Fé
Desde as origens até os dias atuais
Águas do Mel
Inicialmente o nome da localidade era chamado de Fontes do Barreiro do Mel, e mais tarde Águas do Mel; pelo fato de se encontrarem nos arredores das fontes de água inúmeras abelheiras, onde o mel era um complemento na alimentação dos moradores.
Em 1908 a zona de fontes recebe o nome de Colônia Guarita, mas popularmente continuava sendo conhecida pelo nome de Águas do Mel.
No ano de 1918 muitos grupos populacionais foram chegando ao local, povoando o solo, cujo o nome era Fontes Termais - Cruzeiro do Sul.
Em 1919 deram o nome oficial à vila Cruzeiro do Sul – Denominação indígena Irahy, composto de dois vocábulos de origem Guarani: Ira = mel; hy = água, tradução literal: Águas do Mel. Seguindo as normas da nova ortografia, surgiu no ano de 1937 a grafia Iraí, onde permaneceu definitiva.
Iraí é conhecida como Cidade Saúde devido às fontes de água mineral. Devido a sua composição química, elas são indicadas no tratamento de doenças de pele, fígado, rim, sistema nervoso, reumatismo, etc.
Da Primeira Capela à Matriz Atual
Foi construída no ano de 1917, através de doações oriundas dos moradores do local. A imagem de Nossa Senhora Auxiliadora estava presente na comunidade desde o ano 1917, junto às fontes das Águas do Mel.
A primeira missa rezada na comunidade foi no ano de 1919, rezada pelo Beato Manuel Gomes Gonzales numa pequena capela erguida junto às fontes do Mel.
Em 1920, foi rezada a primeira missa campal junto às fontes das águas do mel pelo Padre Manoel Roda de Palmeira das Missões.
Construída no ano de 1921, local onde hoje é a praça da matriz.
Foi inaugurada em 21/02/1932, uma capela grande feita em madeira, construída onde hoje se encontra a atual igreja matriz.
A Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora foi criada no dia 23 de fevereiro de 1935, sendo o primeiro pároco o Pe. Francisco Maria Kill, que tomou posse no dia 10 de março de 1935 com autorização do Bispo Dom Antônio Reis, bispo de Santa Maria.
Iniciou-se a construção em 1951, construída em alvenaria e consagrada em 16 de abril de 1961. A bela igreja que temos hoje é fruto do trabalho e dedicação de toda a comunidade paroquial.
A Padroeira da Comunidade
Conforme pesquisas e relatos de descendentes dos primeiros moradores de Iraí, sempre nas solenidades religiosas a Imagem de Nossa Senhora estava presente.
São vários os relatos de proteção e intercessão de Nossa Senhora Auxiliadora. Os relatos de proteção mais relevantes são os seguintes:
Na revolução de 1923, chegaram até a localidade refugiados da região de Cruz Alta, e pediram proteção ao Padre Manuel Gomes Gonzales que atendia a região, invocando a Nossa Senhora Auxiliadora para protegê-los.
Quando estavam construindo a terceira igreja local, no ano de 1931, aconteceu um grande temporal sobre Iraí. O padre da época, o Ver. Pe. Ângelo D'Agira, invocou a Nossa Senhora Auxiliadora para que protegesse a comunidade contra o temporal.
Primeira Coroação
A padroeira de Iraí "Nossa Senhora Auxiliadora" foi pela primeira vez coroada pelas crianças com solenidade que trouxe emoção aos devotos em 24 de maio de 1939, com o vigário da época o Pe. Bernardo Lübe.
Dia Santo de Guarda
"Em 15 de agosto de 1941, foram feitos os votos de sempre comemorar no dia 24 de maio, dia Santo de Guarda."
"Nós abaixo assinados vigário Pe. Bernardo Lübe, e o vigário cooperador Pe. João König da paróquia de Iraí, fabriqueiros da matriz, representantes dos sócios das capelas, bem como mais pessoas de responsabilidades na paróquia vimos confiados fazer Nossa Senhora Auxiliadora excelsa Padroeira da paróquia de Iraí. O voto de celebrarmos todos os anos o dia de sua festa que ora se abba no dia 24 de maio como dia Santo de Guarda."
"Rogamos assim a Virgem que implore junto ao trono de Deus bênçãos para todos os moradores da paróquia. Ela nos livre de todas as misérias corporais e espirituais, temporais e eternas, afaste de nós a discórdia, a imoralidade, a preguiça espiritual e corporal, a intemperança no beber e no comer, a avareza e todo orgulho. Ela nos encha integralmente de espírito novo, evangélico, do espírito do verdadeiro amor a Deus e ao próximo."
Testemunhas sonoras da fé que ecoam pela cidade há décadas
Das Origens aos Dias Atuais
Os primeiros moradores de Iraí doaram dois sinos, que depois foram vendidos pelos anos 1958; um foi vendido para a Capela Santa Maria Goretti e outro para a Capela São Miguel do Paredão.
No dia 23 de março de 1958, a Igreja Matriz ganhou três novos sinos (sinos atuais) através de doações generosas de membros da comunidade. Estes sinos continuam até hoje a chamar os fiéis para a oração e a marcar os momentos importantes da vida paroquial.
Nota LÁ
440 kg
Peso
Paraninfos:
José Beltrame
Gesué Jorge
Nota DÓ
335 kg
Peso
Paraninfos:
Antonio Gisi
Branca Franco Leitão
Nota MI
225 kg
Peso
Paraninfos:
Brasil Tavares
Beatriz Bastian
1.000 kg
Peso Total dos Três Sinos
LÁ - DÓ - MI
Harmonia em Três Notas
66+ Anos
Chamando os Fiéis
Mais do que simples objetos, os sinos são símbolos vivos da fé e da tradição
Convidam os fiéis para a celebração eucarística
Anunciam os momentos importantes do dia
Unem a comunidade no som da fé
Guardam a memória de gerações
"Os sinos da Igreja Matriz são testemunhas sonoras da história de Iraí. Seu badalar atravessa gerações, marcando momentos de alegria e tristeza, celebrações e despedidas, sempre chamando o povo de Deus para o encontro com o Senhor."
"Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estarei no meio deles."
Mateus 18:20
Anunciar Jesus Cristo e seu Evangelho, formar discípulos missionários e servir a comunidade com amor, seguindo o exemplo de Nossa Senhora Auxiliadora.
Vivemos e anunciamos o Evangelho de Jesus Cristo com alegria e esperança.
Recebemos a todos com caridade, sem distinção, como Cristo nos acolhe.
Somos uma família de fé que caminha junta em fraternidade.
Servimos uns aos outros e à sociedade com generosidade e amor.
Venha celebrar conosco! Confira os horários das celebrações eucarísticas
Santa Missa
Duração aprox. 40min
Missa Vespertina
Antecipa o domingo
Missa Dominical
Dia do Senhor